A Algar Telecom e a Algar Tech estão no ranking das 110 melhores empresas do setor de Tecnologia da Informação (TI) para se trabalhar no Brasil, em 11º lugar e 18º lugar, respectivamente, na categoria de companhias de grande porte.

A 14ª edição do ranking foi promovida pelo Great Place do Work (GPTW) em parceria com a IT Mídia e teve 399 empresas inscritas, representando 238.154 funcionários. O ranking divide as vencedoras com base em três categorias: pequenas (de 50 a 99 funcionários), médias (de 100 a 999) e grandes (acima de 1 mil).

O diretor de gente da Algar Tech, Júlio Cesar Emmert, atribui o resultado às políticas implantadas na empresa que promovem um ambiente mais cool e diverso. “Os nossos associados estão no centro da nossa estratégia e isso faz toda a diferença”, ressalta.

Para a diretora de gente e relacionamento com o cliente da Algar Telecom, Ana Paula Rodrigues, reforçou que a empresa está avançada no uso de metodologias ágeis em escala. “Esse é um caminho sem volta, especialmente quando se leva em consideração as funções ligadas a TI, e ter essa transformação já em curso na Algar Telecom é fundamental”, conclui a executiva.

Após lançar um plano com internet ilimitada, a Algar Telecom iniciou os primeiros testes em público com a tecnologia 5G na faixa de 3,5 GHz. De acordo com a operadora, a demonstração da nova rede está sendo feita na cidade de Uberlândia (MG) e utiliza equipamentos desenvolvidos pela chinesa Huawei.

Além disso, a demonstração ficará aberta ao público por 10 dias, sendo que ela também marca a comemoração dos 89 anos do Grupo Algar. Em testes de latência, o 5G da operadora chegou a 6 ms, sendo que a taxa de download superou os 1 Gbps. O diretor de operações e tecnologia da companhia, Luis Lima, disse:

Como as especificações da nova arquitetura do core de rede do 5G ainda estão em andamento, a tendência é que [a latência] caia ainda mais, permitindo no futuro serviços de maior confiabilidade e baixa latência, como carros autônomos, controle de drones e robôs a distância.

A Algar também ressaltou que essa demonstração está sendo feita com base em uma licença da Anatel. Por isso, o serviço não poderá ser comercializado, uma vez que a agência reguladora ainda não fez o leilão de frequências.

Até o momento, não há uma previsão para que esse leilão seja realizado. Mesmo assim, tudo indica que ele não deve sair antes do segundo semestre de 2020. A Anatel apenas indica que a análise do edital deve começar em cerca de 30 dias.

Caso você more em Uberlândia, a demonstração em público acontecerá até o dia 20 de outubro no Espaço Ciranda, localizado no bairro Granja Marileusa. No local, a Algar utiliza um Huawei Mate 20 X para demonstrar a velocidade do 5G em comparação com a rede 4G.

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira, 17 de outubro, o novo Regulamento de Avaliação da Conformidade e de Homologação de Produtos para Telecomunicações.

O novo Regulamento traz o fim de cobranças para a expedição do certificado de homologação: a isenção da taxa é imediata e válida para todos os produtos de telecomunicações homologados pela Anatel, inclusive equipamentos de radioamadorismo, drones e produtos importados para uso próprio.

No processo de avaliação da conformidade, os equipamentos são submetidos à verificação de padrões técnicos e ensaios laboratoriais que buscam garantir que eles sejam devidamente testados e aprovados para uso no Brasil.

Além disso, a regulamentação aprovada torna os procedimentos e os modelos de avaliação mais céleres e versáteis, o que simplifica e desburocratiza o processo de avaliação da conformidade, mantendo a exigência de elevados padrões de qualidade e segurança para o consumidor.

Em julho deste ano, o presidente da República, Jair Bolsonaro, enalteceu a iniciativa de atualização regulatória, ocasião em que a Anatel se prontificou a endereçar a medida até este mês de outubro.

O presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, que proferiu o voto condutor da decisão, ressaltou a importância da iniciativa: “é uma evolução necessária para conferir maior flexibilidade, confiabilidade e celeridade ao processo e, ainda, diminuir barreiras regulatórias e custos transacionais, em linha com as diretrizes de política econômica expedidas pelo Ministério da Economia”.